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23 de janeiro de 2012
24 de maio de 2011
23 de janeiro de 2011
22 de novembro de 2010
21 de novembro de 2010
10 de outubro de 2010
8 de outubro de 2010
E tu podias...
Publicada por
Célia Novais Rosado
... dar-me ouvidos, tirar um curso mais ou menos decente e dedicares-te a fazer coisas como estas:
Pronto, voltei para te dar um 'raspanete'! :P
Pronto, voltei para te dar um 'raspanete'! :P
7 de setembro de 2010
:)
Publicada por
Célia Novais Rosado
É tão giro brincar às escondidas!!! LOL
Caso ainda não tenham percebido o F. passou a ser o Rei e senhor deste espaço... eheheheh
Pois que estou babosa e depois, hein?
24 de agosto de 2010
29 de junho de 2010
23 de junho de 2010
Faz hoje um mês!!
Publicada por
Célia Novais Rosado
Pois, faz hoje um mês que me iniciei nestas artes da maternidade. O balanço é positivo, o filhote porta-se muito bem, não dá trabalho a ninguém, é o verdadeiro come e dorme e agora ali está ele na sua caminha a dormir um soninho grande.
Era assim com cerca de 5 minutos de vida:
E um mês depois está assim:
Não é o jogo das diferenças, mas elas existem!
20 de junho de 2010
16 de junho de 2010
Os manos e as manas
Publicada por
Célia Novais Rosado
O mano mais novo não estava a achar piada nenhuma... estaria zangado com o fotografo ou com os dois manos figurantes???
Aqui com a tia e a mãe, já estava mais contentinho, pouco, mas estava... lol
Aqui com a tia e a mãe, já estava mais contentinho, pouco, mas estava... lol
10 de junho de 2010
Chegaram ontem...
Publicada por
Célia Novais Rosado
...uns belos mimos para o Filipe.
Chegou o avô que veio conhecer e apaparicar o neto e trouxe isto:
Chegou o avô que veio conhecer e apaparicar o neto e trouxe isto:
Coisa fina, é do Harrods!! Comprado pelo próprio avô no aeroporto de Lisboa (wow!!!)
Este foi a tia e madrinha que mandou e é para levar para a praia.
E no correio tínhamos esta coisa bela, enviada pelos primos e amigos Cristina, Zé, Vanessa, Claúdia e Kiara (não sei se se escreve assim, mas o que vale é a intenção... lol):
Em nome do pikeno, que ainda não sabe como fazê-lo, muito obrigada e muitos beijinhos a todos!
7 de junho de 2010
Fez ontem duas semanas...
Publicada por
Célia Novais Rosado
... que nasceu o nosso Filipe e ainda não tive oportunidade de fazer aqui o relato e o balanço dos dias passados na maternidade e destas duas primeiras semanas de nova vida.
Na madrugada do dia previsto para o nascimento (20 de Maio) comecei a perder as águas e lá fui a caminho do hospital, já não me deixaram sair de lá... encaminharam-me para um quarto e lá fiquei a aguardar novas ordens... de vez em quando lá me iam ligando ao CTG e controlando se estava tudo a correr bem.
No mesmo dia, às 18h, fizeram a primeira tentativa para provocar o parto, administraram-me uma cena que supostamente liberta hormonas e ajuda à maturação do colo do útero e faz efeito em 24 horas. Ora pois que na sexta-feira depois do almoço comecei a ter algumas contracções e depois das 18h, mais uma tentativa para apressar o nascimento do rapazola, desta vez foi um gel que age em 4 horas, as contracções continuaram e foram sendo mais intensas e menos espaçadas e nessa noite fui durmindo em intervalos de 5 ou 10 minutos, às 3 da manhã chamei a enfermeira de serviço que me disse que a coisa ainda estava para durar...
Enquanto eu estava para lá a contorcer-me, o marido regressou a casa e mal dormiu a pensar que a qualquer momento iria ser chamado porque me ia levar para a sala de partos. Ora isto só aconteceu às 10 da manhã de domingo e já ele estava a chegar à maternidade.
Uma vez aí instalada, voltaram a dar-me mais uma vez o tal gel das 4 horas, porque o pequenote estava quentinho e não queria sair nem por nada! Pouco depois levei a epidural - ainda bem que na hora H decidi pedi-la, senão não teria sido capaz de fazer o Filipe vir ao mundo por parto normal - e a partir daí foi esperar, sempre ligada ao CTG, sempre dormitando, porque já não sentia as dores das contracções. O Carlos esteve sempre ao meu lado, de vez em quando ia à rua comer qualquer coisa, beber um café e informar alguns familiares e amigos que estavam em pulgas para saber o que estava a acontecer.
Enfim, as horas foram passando, sabíamos que o trabalho de parto estava em andamento, mas a ritmo meio lentinho... um dedo de dilatação por cada hora que passou, o que explica, em parte, as 15 horas que estive na sala de partos. A juntar ao tempo necessário para ter a dilatação completa, estive cerca de duas horas numa posição meio estranha, toda torta, para ver se o Filipe se virava, porque apesar de ele estar bem encaixado, estava de cara virada para trás, o que dificulta a saída do bebé. Bom, este plano não resultou e às tantas a obstetra (por acaso descendente de portugueses) que estava de serviço disse-me: «Agora tem 20 minutos para fazer o máximo de força que conseguir, a cada contracção, se o bebé nascer, óptimo, senão vamos fazer cesariana!» (quando a ouvi dizer isto, pensei para comigo que depois de estar ali 15 horas à espera do trabalho de parto se desenvolver, não era nada bom recorrer à cesariana e arranjei força não sei bem onde) e saiu da sala... e ficámos eu, o Carlos, o Filipe (ainda 'empacotadinho'), uma parteira e uma auxiliar. E a parteira dizia: «Quando tiver uma contracção, encha os pulmões de ar depois faça força, o mais que puder e durante o máximo de tempo. E vamos lá para não ser preciso a doutora vir cá com forceps ou ter de fazer cesariana. Nós gostamos muito dela, mas não precisamos dessa ajuda, fazemos tudo sozinhas que é muito melhor!» e assim fui fazendo... e assim o Filipe foi ganhando a melhor posição para nascer. E a parteira ia dizendo quanto tempo faltava e quanto menos tempo faltava, mais força eu fazia e à penúltima contracção ele ficou com a cabecita já meio de fora e a parteira disse-me para lhe dar a mão e sentir a cabeça do bebé, e eu senti uma farta cabeleira e deve ter sido isso que me deu o que faltava de energia para fazê-lo sair e na contracção seguinte a parteira perguntou ao Carlos se queria ser ele a pegar no menino e cortar o cordão e claro que ele quis e deu a volta à maca onde eu estava e lá lhe pegou, colocou-o no meu colo e cortou o cordão... foram muitas horas de 'sofrimento' para nós e familia, mas tudo está bem quando acaba bem.
Este dia que jamais será esquecido, foi dia 23 de Maio, eram 1h34 e o Filipe media 52cm e pesava 3,680 Kg.
Levei só 3 pontos interiores, mais por precaução que outra coisa, não foi preciso recorrer à episiotomia nem houve nenhum rasgão descontrolado.
O balanço destas duas semanas é muito positivo, ele é um verdadeiro anjinho, só come e dorme e não dá trabalho a ninguém.
Na madrugada do dia previsto para o nascimento (20 de Maio) comecei a perder as águas e lá fui a caminho do hospital, já não me deixaram sair de lá... encaminharam-me para um quarto e lá fiquei a aguardar novas ordens... de vez em quando lá me iam ligando ao CTG e controlando se estava tudo a correr bem.
No mesmo dia, às 18h, fizeram a primeira tentativa para provocar o parto, administraram-me uma cena que supostamente liberta hormonas e ajuda à maturação do colo do útero e faz efeito em 24 horas. Ora pois que na sexta-feira depois do almoço comecei a ter algumas contracções e depois das 18h, mais uma tentativa para apressar o nascimento do rapazola, desta vez foi um gel que age em 4 horas, as contracções continuaram e foram sendo mais intensas e menos espaçadas e nessa noite fui durmindo em intervalos de 5 ou 10 minutos, às 3 da manhã chamei a enfermeira de serviço que me disse que a coisa ainda estava para durar...
Enquanto eu estava para lá a contorcer-me, o marido regressou a casa e mal dormiu a pensar que a qualquer momento iria ser chamado porque me ia levar para a sala de partos. Ora isto só aconteceu às 10 da manhã de domingo e já ele estava a chegar à maternidade.
Uma vez aí instalada, voltaram a dar-me mais uma vez o tal gel das 4 horas, porque o pequenote estava quentinho e não queria sair nem por nada! Pouco depois levei a epidural - ainda bem que na hora H decidi pedi-la, senão não teria sido capaz de fazer o Filipe vir ao mundo por parto normal - e a partir daí foi esperar, sempre ligada ao CTG, sempre dormitando, porque já não sentia as dores das contracções. O Carlos esteve sempre ao meu lado, de vez em quando ia à rua comer qualquer coisa, beber um café e informar alguns familiares e amigos que estavam em pulgas para saber o que estava a acontecer.
Enfim, as horas foram passando, sabíamos que o trabalho de parto estava em andamento, mas a ritmo meio lentinho... um dedo de dilatação por cada hora que passou, o que explica, em parte, as 15 horas que estive na sala de partos. A juntar ao tempo necessário para ter a dilatação completa, estive cerca de duas horas numa posição meio estranha, toda torta, para ver se o Filipe se virava, porque apesar de ele estar bem encaixado, estava de cara virada para trás, o que dificulta a saída do bebé. Bom, este plano não resultou e às tantas a obstetra (por acaso descendente de portugueses) que estava de serviço disse-me: «Agora tem 20 minutos para fazer o máximo de força que conseguir, a cada contracção, se o bebé nascer, óptimo, senão vamos fazer cesariana!» (quando a ouvi dizer isto, pensei para comigo que depois de estar ali 15 horas à espera do trabalho de parto se desenvolver, não era nada bom recorrer à cesariana e arranjei força não sei bem onde) e saiu da sala... e ficámos eu, o Carlos, o Filipe (ainda 'empacotadinho'), uma parteira e uma auxiliar. E a parteira dizia: «Quando tiver uma contracção, encha os pulmões de ar depois faça força, o mais que puder e durante o máximo de tempo. E vamos lá para não ser preciso a doutora vir cá com forceps ou ter de fazer cesariana. Nós gostamos muito dela, mas não precisamos dessa ajuda, fazemos tudo sozinhas que é muito melhor!» e assim fui fazendo... e assim o Filipe foi ganhando a melhor posição para nascer. E a parteira ia dizendo quanto tempo faltava e quanto menos tempo faltava, mais força eu fazia e à penúltima contracção ele ficou com a cabecita já meio de fora e a parteira disse-me para lhe dar a mão e sentir a cabeça do bebé, e eu senti uma farta cabeleira e deve ter sido isso que me deu o que faltava de energia para fazê-lo sair e na contracção seguinte a parteira perguntou ao Carlos se queria ser ele a pegar no menino e cortar o cordão e claro que ele quis e deu a volta à maca onde eu estava e lá lhe pegou, colocou-o no meu colo e cortou o cordão... foram muitas horas de 'sofrimento' para nós e familia, mas tudo está bem quando acaba bem.
Este dia que jamais será esquecido, foi dia 23 de Maio, eram 1h34 e o Filipe media 52cm e pesava 3,680 Kg.
Levei só 3 pontos interiores, mais por precaução que outra coisa, não foi preciso recorrer à episiotomia nem houve nenhum rasgão descontrolado.
O balanço destas duas semanas é muito positivo, ele é um verdadeiro anjinho, só come e dorme e não dá trabalho a ninguém.
30 de maio de 2010
19 de maio de 2010
15 de maio de 2010
D -5
Publicada por
Célia Novais Rosado
Faltam 5 dias para a data prevista para o nascimento do F.
Ontem tive de ir a uma consulta com uma especialista em diabetes, porque os valores do açúcar no sangue estão mais elevados do que deviam. A senhora ficou admirada por causa do médico do hospital me ter lá mandado a tão pouco tempo do fim da gravidez, mas de qualquer modo mandou-me suprimir tudo o que são açucares de absorção rápida... isto é, nada de sumos de fruta, sejam naturais ou não, nada de chocolate ou açúcar no leite, nada de adoçar a chá ou o café com açúcar ou mel, nada de águas aromatizadas (era o que eu bebia até aqui para acompanhar as refeições), nada de bolos e bolinhos nem doces nem docinhos nem bolachas nem biscoitinhos, iogurtes só light 0% gordura e 0% açúcar... a juntar a isto tenho de comer a TODAS as refeições um farináceo (massa, arroz, batata ou legumes secos) e um legume verde que pode ser cru, no caso das saladas ou cozinhados no caso do feijão verde, espinafres, etc...
E é assim que estamos, à espera que a espera termine...
No dia 20 às 10h30 vou a uma consulta à maternidade, para verem se está tudo ok, se é preciso provocarem o parto ou se vão deixar passar mais uns dias... isto se até lá não houver desenvolvimento, claro!!!
Ontem tive de ir a uma consulta com uma especialista em diabetes, porque os valores do açúcar no sangue estão mais elevados do que deviam. A senhora ficou admirada por causa do médico do hospital me ter lá mandado a tão pouco tempo do fim da gravidez, mas de qualquer modo mandou-me suprimir tudo o que são açucares de absorção rápida... isto é, nada de sumos de fruta, sejam naturais ou não, nada de chocolate ou açúcar no leite, nada de adoçar a chá ou o café com açúcar ou mel, nada de águas aromatizadas (era o que eu bebia até aqui para acompanhar as refeições), nada de bolos e bolinhos nem doces nem docinhos nem bolachas nem biscoitinhos, iogurtes só light 0% gordura e 0% açúcar... a juntar a isto tenho de comer a TODAS as refeições um farináceo (massa, arroz, batata ou legumes secos) e um legume verde que pode ser cru, no caso das saladas ou cozinhados no caso do feijão verde, espinafres, etc...
E é assim que estamos, à espera que a espera termine...
No dia 20 às 10h30 vou a uma consulta à maternidade, para verem se está tudo ok, se é preciso provocarem o parto ou se vão deixar passar mais uns dias... isto se até lá não houver desenvolvimento, claro!!!
2 de maio de 2010
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